Imagem “A luta por moradia segue firme, mas a política de habitação popular está parada”, dispara Xandó

“A luta por moradia segue firme, mas a política de habitação popular está parada”, dispara Xandó

Câmara Municipal de Vitória da ConquistaSessão OrdináriaNotíciaPTAlexandre Xandó

04/02/2022 10:05:00


Durante pronunciamento na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta sexta-feira, 4, o vereador Alexandre Xandó (PT) voltou a apresentar cobranças ao Poder Executivo. “Um ano se passa e eu volto aqui para falar de temas que venho tratando desde o ano passado”, queixou-se o parlamentar, destacando a luta por moradia. 

Xandó contou que, em uma entrevista recente, foi questionado a respeito da movimentação popular por moradia. “A luta segue firme, mas a política de habitação popular está parada”, apontou Alexandre. “O povo continua querendo casa para morar. Estamos vendo a população de rua aumentando a passos largos. Até quando?”, questionou ele, cobrando da Prefeitura Municipal a realização de um censo para contabilizar o déficit habitacional do município, tendo assim, um norteador de políticas públicas de habitação popular.

Ele ainda pediu que a prefeitura envie à Câmara um projeto de lei que crie o Conselho Municipal de Políticas Públicas LGBT à Câmara. “Cadê o Conselho Municipal LGBT, um dos poucos conselhos que não temos ainda na cidade?”, questionou. “Já enviamos o indicativo de projeto de lei e até hoje não chegou aqui”, revelou.

Concurso Público – Xandó também cobrou da prefeitura a realização de concurso público. “Cadê o concurso público? Nós precisamos de concurso público e concurso com cotas raciais”, exigiu ele, assegurando que isso faz parte de uma mobilização por igualdade racial. “Não queremos continuar sendo a Suíça Baiana racista. Nossa cidade tem que ser inclusiva”, completou.

Cobranças à Mesa Diretora - O vereador ainda fez cobranças à Mesa Diretora da Casa, relembrando que a primeira ação de seu mandato foi protocolar um ofício cobrando o cumprimento da lei e a disponibilização de intérprete de Libras durante as sessões da Casa. “É uma vergonha. Cidades muito menores tem intérprete de libras e nós continuamos excluindo as pessoas surdas”, apontou o parlamentar, informando que acionará o Ministério Público em busca de providências. “É preciso que a Câmara seja esse espaço em que lutemos pelos direitos da população”, finalizou. 

 



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