Bibia cobra avanço de projeto de empréstimo de R$ 400 milhões para obras em Vitória da Conquista
Câmara Municipal de Vitória da ConquistaSessão OrdináriaNotíciaEdjaime Rosa - BibiaUNIÃO BRASIL
21/10/2026 10:35:00
Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (21), o vereador Bibia (União Brasil) cobrou agilidade na tramitação de medidas relacionadas ao empréstimo de R$ 400 milhões destinado ao município de Vitória da Conquista. O parlamentar defendeu que os recursos sejam utilizados em obras de infraestrutura, especialmente na recuperação do asfalto e na pavimentação de ruas ainda sem calçamento.
Ao abordar os problemas enfrentados pela cidade durante o período chuvoso, Bibia afirmou que parte da malha viária precisa de intervenções para suportar os impactos das chuvas. “Vitória da Conquista tem mais de 40 anos de asfalto velho e não aguenta mais a demanda da chuva. Nós vamos precisar de muito recurso para recapear ruas no nosso município, principalmente também as ruas de terra”, declarou.
O vereador também pediu que os bairros ainda sem pavimentação sejam contemplados com os investimentos. Para ele, a aplicação dos recursos deve atender às necessidades de infraestrutura da população, com atenção às localidades que enfrentam dificuldades durante as chuvas.
Durante a fala, o presidente da Câmara, Ivan Cordeiro (PL), esclareceu que o empréstimo já havia sido aprovado pelo Legislativo municipal e que a Prefeitura já utiliza parte dos recursos. Como exemplo, mencionou uma operação de crédito de R$ 25 milhões contratada junto ao Banco do Brasil. Segundo o presidente, caso haja necessidade de uma nova apreciação da matéria, a proposta deverá voltar à Câmara para discussão.
Além das questões relacionadas à infraestrutura, Bibia também comentou o cenário político nacional e criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), relacionando a política de desarmamento às discussões sobre violência no país. O vereador ainda fez críticas a integrantes do Partido dos Trabalhadores e defendeu o direito de manifestação política.
Por Amanda Motta